Caro(a) aluno(a), os indicadores de saúde são como medidas-síntese que contêm informação importante sobre determinadas variáveis e dimensões do estado de saúde, bem como do desempenho do sistema de saúde. Os indicadores de saúde, em conjunto, devem refletir a situação sanitária da população, além de servir para a vigilância das condições de saúde. E, na epidemiologia, destacam-se os indicadores de mortalidade, sobrevida e esperança de vida.
Ao final desta aula, você será capaz de:
Atualmente, temos uma grande quantidade de dados referentes à saúde da população. A disponibilidade dessas informações, apoiada em dados válidos e confiáveis, é essencial para analisar objetivamente a situação sanitária, por exemplo, assim como para tomar decisões baseadas em evidências, além de programar ações de saúde. Uma atividade central e importante em saúde pública e coletiva é buscar medidas do estado de saúde da população, iniciando com o registro sistemático de dados de sobrevivência e de mortalidade (JEKEL; ELMORE; KATZ, 2005).
A partir de avanços no controle de doenças infecciosas, além da melhor compreensão do conceito de saúde e seus determinantes sociais, passou-se a analisar outras dimensões do estado de saúde, que são medidas por dados de incapacidade, morbidade, acesso a serviços, condições de vida, qualidade da atenção e fatores ambientais, dentre outros.
Para facilitar a quantificação e avaliação de algumas das informações produzidas com essa finalidade, os indicadores de saúde foram desenvolvidos. Os indicadores são medidas sintetizadas que possuem a função de informar sobre alguns atributos e dimensões do estado de saúde da população, assim como do desempenho do sistema de saúde. Analisados em conjunto, os indicadores de saúde servem para a vigilância das condições de saúde e refletem a situação sanitária de uma população (MEDRONHO et al., 2008).
Caro(a) aluno(a), indico a você um excelente e completo material do ministério da saúde sobre indicadores básicos em saúde. Nele, você poderá aprofundar conhecimentos sobre outros indicadores de saúde, mais específicos, não abordados neste material. Segue o link: <http://tabnet.datasus.gov.br/tabdata/livroidb/2ed/indicadores.pdf>. Acesso em: 23 maio 2019.

Construir um indicador é um processo complexo, que pode variar desde a simples contagem direta de casos de determinada doença ou condição de saúde até o cálculo de proporções, razões, taxas ou índices mais sofisticados, como é caso da esperança de vida ao nascer. A qualidade de um indicador depende das propriedades dos componentes utilizados em sua formulação, como frequência de casos, tamanho da população em risco e da precisão dos sistemas de informação empregados, como o registro, coleta e transmissão dos dados (JEKEL; ELMORE; KATZ, 1999).
A excelência de um indicador define-se por sua validade, ou seja, a capacidade de medir o que se pretende; e confiabilidade, que é reproduzir os mesmos resultados quando aplicado em condições similares. Existem outros atributos de um indicador, como a mensurabilidade (basear-se em dados disponíveis ou fáceis de conseguir), relevância (responder a prioridades de saúde) e custo-efetividade (os resultados justificam o investimento de tempo e recursos) (MEDRONHO et al., 2008).
Sugiro mais uma leitura sobre indicadores de saúde. O artigo é intitulado “Indicadores sociais e de saúde para a operacionalização da Vigilância à Saúde”. Nesse artigo, fique atento(a) aos indicadores sociais.
Segue o link: <http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v42n4/v42n4a24.pdf>. Acesso em: 23 maio 2019.

Os indicadores devem ser analisados e interpretados com facilidade, ficando compreensíveis aos usuários da informação, especialmente gerentes, gestores e os que atuam no controle social do sistema de saúde.
São atributos de qualidade importantes para um conjunto de indicadores: a integridade ou completude, que são os dados completos; e a consistência interna, que são valores coerentes e não contraditórios. A qualidade e a comparabilidade dos indicadores de saúde dependem da aplicação sistemática de definições operacionais e procedimentos padronizados de medição e cálculo (MEDRONHO et al., 2008).
Selecionar o conjunto básico de indicadores e de seus níveis de desagregação requer um ajustamento da disponibilidade de sistemas de informação, recursos, fontes de dados, prioridades e necessidades específicas em cada região. Manter esses indicadores depende de simples instrumentos e métodos que facilitem a extração regular dos sistemas de informação. Para que se assegure a confiança dos usuários na informação produzida, é necessário monitorar a qualidade dos indicadores, além de revisar constantemente a consistência da série histórica de dados e disseminar a informação com oportunidade e regularidade (FLETCHER; FLETCHER; FLETCHER, 2014).
Em outras palavras, os indicadores de saúde são utilizados como forma de avaliação do nível de saúde da população. De maneira geral, um indicador é uma medida que reflete a situação de saúde de um indivíduo ou uma população.

São exemplos de indicadores de saúde de um indivíduo a medida da pressão arterial, o resultado do exame de baciloscopia do escarro e o índice de Apgar, entre outros. A nível populacional, temos, como exemplo, a expectativa de vida ao nascer, o coeficiente de mortalidade infantil, o número de casos de tuberculose em uma população etc.
Os indicadores são úteis para administrar os recursos dos Serviços de Saúde, como o número de leitos necessários, a quantidade de medicamentos etc. Vamos imaginar que uma campanha de vacinação contra a poliomielite é realizada em uma comunidade de 30.000 habitantes. Crianças de seis meses a cinco anos de idade devem ser vacinadas, e correspondem a 10% dessa população. Supondo-se uma dose da vacina para cada criança, serão necessárias 3.000 doses da vacina a serem aplicadas. Vamos abordar nesta aula alguns indicadores de mortalidade, sobrevida e esperança de vida.
O perfil de mortalidade na população brasileira tem passado por transformações nos últimos anos. Destaca-se a redução de óbitos na população infantil, em que um dos principais indicadores é a taxa de mortalidade infantil. Em relação às causas, há uma queda na mortalidade por doenças infecciosas e um aumento por doenças crônicas.
De acordo com Fletcher, Fletcher e Fletcher (2014), os coeficientes de mortalidade medem a probabilidade que qualquer pessoa da população tem de morrer, em determinado local e tempo. É utilizado para a descrição das condições de saúde de uma população, investigação epidemiológica e avaliação de intervenções em saúde. Os principais indicadores de mortalidade são:
Coeficiente de mortalidade geral (CMG): mede a probabilidade que qualquer pessoa da população tem de morrer em determinado local e ano. Depende apenas do conhecimento do número de óbitos e da população da área que se estuda.
CMG = No de óbitos totais em um lugar e tempo
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População da área no mesmo período
Caro(a) aluno(a), indico a você a leitura do artigo “Tendência da mortalidade por causas relacionadas à influenza em idosos no Brasil e evidências de plausibilidade de impacto da vacinação, 1992-2005*”. O estudo teve o objetivo de descrever a tendência da mortalidade por doenças respiratórias relacionadas à influenza em idosos comparando os períodos anteriores e posteriores às campanhas anuais de vacinação contra influenza.
Segue o link: <https://bit.ly/2MXRza4>. Acesso em: 23 maio 2019.

Mortalidade por sexo: estuda o perfil ou padrão de mortalidade masculina e feminina em um determinado tempo e lugar.
No de óbitos em determinado sexo em um local e período
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Total de óbitos no mesmo local e período
Mortalidade por idade: mede a distribuição percentual dos óbitos por faixa etária, na população residente em determinado espaço geográfico, no ano considerado. A probabilidade de morrer está relacionada à idade, independente do sexo. Essas informações estão habitualmente disponíveis para a análise, pois são facilmente coletadas.
No de óbitos em em uma faixa etária em um local e período
________________________________
Total de óbitos no mesmo local e período
Coeficiente de natimortalidade: mede apenas os natimortos ou nascidos mortos, decorrentes de perdas fetais tardias. Esse coeficiente também é importante para avaliar como está a assistência pré-natal, as condições de saúde e nutrição da mãe e as afecções fetais.
No de nascidos mortos
________________________________ x 1000
No de nascidos vivos + No de nascidos mortos
Mortalidade por causas específicas: é a medida do risco de morrer por uma determinada doença que um indivíduo de determinada população tem.
No de óbitos por uma doença em um local e período
________________________________
Total de óbitos no mesmo local e período
Mortalidade materna: mede o risco de morte em mulheres devido às complicações de gravidez, parto, puerpérios e abortos (causas maternas). Permite avaliar a cobertura e a qualidade da assistência à mulher prestada nesse período.
No de óbitos por causas maternas x 10n
________________________________
No de nascidos vivos
Coeficiente de mortalidade por causas externas: tem o objetivo de medir o número de óbitos por causas externas para cada 100 mil habitantes na população que está residente em determinado local e determinado ano. Essas causas externas podem ser por acidentes de trabalho, suicídios e homicídios, por exemplo.
No de óbitos de residentes por causas externas x 100.000
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População total residente
Coeficiente de mortalidade por neoplasias malignas: tem o objetivo de medir o número de óbitos por neoplasias malignas (câncer), para cada 100 mil habitantes, na população residente em determinado local e determinado ano.
No de óbitos de residentes por neoplasias malignas x 100.000
________________________________
População total residente
Coeficiente de mortalidade por afecções originadas no período perinatal (taxa de mortalidade por afecções perinatais): tem o objetivo de medir o número de óbitos por afecções originadas no período perinatal, em crianças com menos de 1 ano de idade, para cada nascido vivos, na população residente em determinado local e determinado ano. Altas taxas de mortalidade por afecções perinatais refletem baixos níveis socioeconômicos e condições assistenciais insatisfatórias à mãe e ao recém-nascido.
No de óbitos de residentes < 1 ano, por afecções perinatais x 1000
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No de nascidos vivos de mães residentes
A seguir, você verá de forma mais aprofundada sobre o indicador de saúde “mortalidade infantil”.
De forma geral, atualmente há uma tendência constante de queda na mortalidade infantil. Segundo o Ministério da Saúde (2015), o Brasil interrompeu décadas de queda de mortes de bebês. O país apresentou alta na taxa: foram 14 mortes a cada mil nascidos em 2015, um aumento de 4,8% em relação a 2014, quando 13,3 mortes (a cada mil) foram registradas. As causas da mortalidade infantil são várias, porém, na África, o principal motivo é a desnutrição.

Há tendência de redução da mortalidade infantil em todas as regiões brasileiras, inclusive no Nordeste, e isso reflete a melhoria nas condições de vida, o declínio da fecundidade e o resultado de intervenções públicas nas áreas de saúde, saneamento e educação da mãe, entre outros aspectos. Entretanto, os valores médios continuam elevados, principalmente na região Nordeste.
O indicador “mortalidade infantil” é conceituado como número de óbitos de menores de um ano de idade por mil nascidos vivos, na população residente em determinado espaço geográfico, no ano considerado. Ele estima o risco de morte dos nascidos vivos durante o seu primeiro ano de vida e reflete as condições de desenvolvimento socioeconômico e infraestrutura ambiental, assim como o acesso e a qualidade dos recursos disponíveis para atenção à saúde materna e da população infantil. Também expressa um conjunto de causas de morte cuja composição é diferenciada entre os subgrupos de idade (ALEXANDRE, 2012).
É possível classificar o valor da taxa de mortalidade infantil como alto quando é 50 por mil ou mais; médio quando 20 por 49 mil; e baixo quando menos de 20. Valores abaixo de 10 por mil podem ser encontrados em vários países, porém considera-se que taxas baixas podem estar encobrindo as más condições de vida em alguns segmentos sociais específicos.
Em síntese, o indicador de mortalidade infantil é utilizado para analisar variações populacionais, temporais e geográficas da mortalidade infantil e identificar as situações de desigualdade e tendências que demandem ações e estudos específicos. Esse indicador contribui para avaliar níveis de saúde e de desenvolvimento socioeconômico da população, o que permite comparações nacionais e internacionais. Além disso, esse indicador subsidia processos de planejamento, avaliação e gestão de políticas públicas e ações de saúde que são voltadas para a atenção pré-natal e ao parto, assim como para a proteção da saúde infantil.
A mortalidade infantil mede o número de óbitos de menores de 1 ano pelo total de óbitos, na população residente em determinado espaço geográfico, no ano considerado. A mortalidade infantil pode ser avaliada mais precisamente por meio dos seguintes coeficientes:
Nos últimos anos, o Brasil passou por mudanças no perfil demográfico. Dentre os principais, houve queda da fecundidade, redução da mortalidade infantil, aumento da esperança de vida e um progressivo envelhecimento da população.
Em relação ao sexo, verifica-se que nascem mais homens, contudo morrem mais cedo. À medida que aumenta a idade, há uma tendência sobre a mortalidade masculina. As causas externas, como homicídios, acidentes de trânsito e suicídios, são os principais responsáveis pela perda dos homens jovens. Enquanto nas faixas etárias seguintes, as doenças circulatórias correspondem às principais causas.
Por isso, a esperança de vida ao nascer é superior na população feminina. As pirâmides demográficas nos permitem acompanhar a evolução da população brasileira, segundo o sexo e os grupos de idade. Destacam-se uma menor proporção de crianças, aumento da população ativa e um aumento crescente da população idosa.
Veja no Gráfico 1 a transição demográfica do ano 2012 e 2017:

Perceba que o número de mulheres era e continuará maior, se comparado aos homens. Agora, veja no Gráfico 2 a pirâmide etária do ano de 2017.

No Gráfico 3, observe a evolução etária de 2013 e a projeção para 2040 e 2060.

No Brasil, a expectativa de vida ao nascer para ambos os sexos era de menos de 50 anos, nos anos 1950, e passou para 74,8 anos, em 2013. Nesse mesmo período, as taxas de mortalidade infantil passaram de 135,0 óbitos por mil nascidos vivos, em 1950, para 15,0, em 2013. Ao alcançar 60 anos em 1950, as pessoas esperavam viver, em média, por mais 15 anos. Em 2013, esse tempo médio a ser vivido passou a ser cerca de 20 anos para os homens e 23 anos para as mulheres.
Esperança de vida é sinônimo de expectativa de vida e também de esperança de vida à nascença ou esperança de vida ao nascer. É número aproximado de anos que um grupo de pessoas nascidas no mesmo ano irá viver, apenas se mantidas as mesmas condições desde o seu nascimento.

Em 2014, a esperança de vida ao nascer na população brasileira foi de 75,14 anos. Observa-se uma diferença de cerca de 7 anos segundo o sexo em 2013: foi de 78,6 anos para as mulheres e 71,3 anos para os homens.
Leia o artigo “Viver mais e melhor? Estimativas de expectativa de vida saudável para a população brasileira” e entenda mais sobre a expectativa de vida da população brasileira.
Segue o link: <http://www.scielo.br/pdf/csp/v31n7/0102-311X-csp-31-7-1460.pdf>. Acesso em: 23 maio 2019.

Nos últimos anos, o Brasil passou por mudanças no perfil demográfico. A transição demográfica, como é chamada, corresponde ao maior número de pessoas mais velhas, se comparado às mais jovens. Sobre essa transição, podemos dizer que, no Brasil, esse processo é:
Lento, já que a população do Brasil é considerada idosa há algum tempo. Isso indica a desaceleração nas mudanças etárias.
No Brasil, a transição demográfica no Brasil não é considerada lenta. A população brasileira já é considerada idosa há alguns anos. Esse aumento no número de idosos acontece de forma acelerada.
Lento, pois o crescimento e evolução da população do Brasil vem desde os tempos coloniais.
É relativamente recente a transição demográfica no Brasil. Foi a partir de meados do século XX que houve uma maior queda na taxa de mortalidade em razão da elevação da expectativa de vida.
Rápido, já que a transição demográfica do Brasil iniciou-se nos últimos 10 anos.
Houve uma queda maior na taxa de mortalidade em meados do século XX. Essa queda é em razão da elevação da expectativa de vida. Portanto, é relativamente recente a transição demográfica no Brasil.
Rápido, pois o país ainda se encontra em uma fase preliminar dessa transição, de início recente.
A transição demográfica no Brasil é considerada recente. Foi só a partir da metade do século XX que houve uma maior queda na taxa de mortalidade, em razão do aumento da expectativa de vida. Portanto, podemos dizer que a transição demográfica brasileira é rápida.
Rápido, já que o ritmo de crescimento populacional do Brasil é cada vez mais intenso com o passar dos anos.
A transição demográfica no Brasil é considerada recente e aconteceu de forma relativamente rápida. Na década de 1950, houve uma maior queda na taxa de mortalidade em razão da elevação da expectativa de vida, fase inicial do processo em questão.
O indicador de mortalidade infantil é conceituado como número de óbitos de menores de um ano de idade por mil nascidos vivos, na população residente em determinado espaço geográfico, no ano considerado. Sobre ele, assinale a alternativa correta:
Há consistente tendência de queda da mortalidade infantil em todas as regiões brasileiras.
Há consistente tendência de queda da mortalidade infantil em todo o Brasil. Isso reflete o declínio da fecundidade, a melhoria nas condições de vida e o efeito de intervenções governamentais nas áreas de saúde, do saneamento básico e educação da mãe.
A mortalidade infantil apresenta uma tendência constante de aumento.
A mortalidade infantil apresenta uma tendência constante de queda. Em 2000, era de 26 óbitos por mil nascidos vivos e passou para 14,4, em 2014.
Há consistente tendência de aumento da mortalidade infantil em todas as regiões brasileiras.
Em todas as regiões brasileiras, há consistente tendência de queda da mortalidade infantil em todas as regiões brasileiras. Isso reflete o declínio da fecundidade e o efeito de intervenções públicas nas áreas de saúde, a melhoria nas condições de vida, no saneamento e na educação da mãe, entre outros aspectos. Porém, os valores médios continuam elevados, sobretudo na região Nordeste.
Ele dá o risco exato de morte dos nascidos vivos durante o seu primeiro ano de vida.
Ele estima o risco de morte dos nascidos vivos durante o seu primeiro ano de vida. Reflete, de maneira geral, as condições de desenvolvimento socioeconômico e infraestrutura ambiental, bem como o acesso e a qualidade dos recursos disponíveis para atenção à saúde materna e da população infantil.
O indicador de mortalidade infantil mede o número de óbitos de menores de seis meses, apenas, pelo total de óbitos, na população residente em determinado espaço geográfico, no ano considerado.
Mortalidade infantil mede o número de óbitos de menores de 1 ano pelo total de óbitos, na população residente em determinado espaço geográfico, no ano considerado.
Caro(a) aluno(a), você pôde perceber nesta aula que os indicadores de saúde são parâmetros utilizados com o objetivo de avaliar, na saúde, a higidez de populações. Esses indicadores podem fornecer subsídios para o planejamento de saúde. Dentre esses indicadores, foram analisados os de mortalidade, esperança de vida e sobrevida.
Nesta aula, você teve a oportunidade de:
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