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Notas

Aula 04


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Introdução

Alguns fatores e situações ambientais globais podem repercutir na saúde das pessoas, como as mudanças da temperatura do planeta, que provocam o denominado efeito estufa, que está relacionado à frequência na ocorrência de diversas doenças infecciosas, além do aquecimento dos mares, da destruição das florestas, da destruição da camada de ozônio, que potencializa o aparecimento de variados tipos de câncer de pele. Questões mais gerais, como a miséria e a pobreza originadas de desequilíbrios sociais; a degradação dos espaços urbanos causada, dentre outros aspectos também influenciam negativamente o bem-estar da população. Todos esses motivos fazem com que a saúde coletiva e epidemiologia se voltem para um campo denominado Saúde Ambiental.

Ao final desta aula, você será capaz de:

  • conceituar meio ambiente;
  • entender a importância da conservação do meio ambiente para a saúde humana;
  • identificar o papel da Epidemiologia na Saúde Ambiental.

O Meio Ambiente

O meio ambiente é definido como uma somatória das condições químicas, físicas, e biológicas que proporciona a coevolução, sob determinado tempo e espaço, por meio de conexões das quais as espécies dependem para promover a sua permanência em longo prazo. E das interações entre os seres vivos e seu ambiente advém o conceito de ecossistema.

SAIBA MAIS

As questões ambientais e do trabalho vêm assumindo novas configurações com o aprofundamento do processo de globalização. Saiba mais sobre essa temática no artigo “Trabalho, meio ambiente e desenvolvimento sustentável: implicações para uma proposta de formação crítica”. Leitura disponível no link: <https://bit.ly/2WPM25i>. Acesso em: 18 jun. 2019.

O ecossistema resulta das condições químicas, físicas e biológicas e dependem dos recursos disponíveis, que promovem fluxos de matéria, energia e informação, o que gera a diversidade e a capacidade de adaptação às mudanças e perturbações do ambiente. A Figura 1 ilustra bem o ecossistema:

Figura 1 - Ecossistema
Fonte: Dmytro Tolokonov / 123RF.

O ecossistema remete à interdependência, já que o irreversível comprometimento das condições ambientais compromete, possivelmente, a capacidade do ecossistema em sustentar as atividades das espécies. Vale lembrar que o sistema econômico está fortemente inserido no sistema ecológico, e retira, do meio ambiente, os recursos necessários, porém, devolve os resíduos. Esse hábito compromete o sistema ecológico, principalmente no que se refere à habilidade de manter algumas atividades econômicas.

SAIBA MAIS

O artigo “Aquicultura, Política e Meio Ambiente no Brasil: novas propostas e velhos equívocos” constitui-se de um apanhado de informações acerca das novas propostas de políticas para o meio ambiente brasileiro. Leitura disponível no link: <https://bit.ly/2x5wlMP>. Acesso em: 18 jun. 2019.

O comprometimento da saúde humana e do ambiente pode ser decorrente do acúmulo de resíduos, quando acima da capacidade de assimilação do meio. Esse acometimento também pode ocorrer em razão da proliferação de agentes patogênicos por meio de mudanças das condições ambientais globais, nacionais, regionais ou locais; das consequências das mudanças climáticas a que são expostas a população; da utilização de produtos que podem gerar mutações genéticas e no metabolismo; da diminuição da camada de ozônio; de radiação eletromagnética; da contaminação de alimentos etc. Essas e outras ameaças e exposições podem e devem ser prevenidas, pela identificação dos impactos, e adoção de planos para redução de vulnerabilidade e riscos.

Figura 2 - Camada de ozônio
Fonte: desigua / 123RF.

Mudanças Climáticas e Saúde

O comprometimento irreversível dos sistemas naturais que dão suporte à vida e alterações dos padrões climáticos afetam e continuarão afetando diretamente os recursos necessários para o bem-estar e a saúde, como a água e o ar, a quantidade e qualidade de alimentos, os ecossistemas dos quais dependem os seres humanos e animais, e os abrigos para eventos extremos.

SAIBA MAIS

Leia o texto sugerido, intitulado “Fundamentos Científicos das Mudanças Climáticas”. Foi redigido por meio de respostas a algumas questões, como “Quais são as consequências das mudanças climáticas e do aquecimento global para a economia e a saúde humana?”. Segue o link para a leitura: <https://bit.ly/2XkAsU4>. Acesso em: 18 jun. 2019.

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) aponta cinco temas principais como riscos fundamentais das mudanças climáticas. Segundo o PNUMA, esses temas devem ser objeto de planos de ação específicos, e são:

1. Aumento da intensidade e frequência de desastres naturais, que estejam sem o levantamento necessário de informações sobre riscos e vulnerabilidades, e sem elaboração de estratégias de respostas, enfrentamento ou planos de contingência.

2. Eventos extremos exacerbados pelas mudanças climáticas, o que inclui o aumento de intensidade das chuvas e da temperatura.

3. Inadequada gestão de recursos hídricos, que afeta a qualidade e disponibilidade da água. O enfrentamento da questão é realizado pela proteção de mananciais e ecossistemas de suporte e investimento em tecnologias e infraestrutura.

4. A qualidade do ar pode ser impactada pelas mudanças climáticas, assim como pelos problemas já existentes de queima de combustíveis e fósseis de baixa qualidade.

5. Os vetores de doenças poderão ter sua distribuição afetada, uma vez que temperatura aumentada e as chuvas mais intensas poderão servir como ambiente propício para a sua expansão.

Desflorestamento

As florestas são consideradas importantes componentes que regulam o clima global, por meio do ciclo hidrológico, proteção contra a erosão e prevenção de desastres naturais. As florestas são fontes de serviços e produtos relacionados à alimentação, materiais de construção, medicamentos, combustível, dentre outros.

SAIBA MAIS

Leia este importante artigo, intitulado “O arco de desflorestamento na Amazônia: da pecuária à soja”. Os autores analisaram o avanço da soja e da pecuária e sua relação com o desmatamento. Foi verificada a expansão da soja e pecuária diretamente na área de Floresta Amazônica, área de fronteira agrícola ao norte do país, e os efeitos ambientais que estão sendo gerados em razão dessa cultura. Leitura disponível no link: <https://bit.ly/2J1oyoH>. Acesso em: 18 jun. 2019.

O Programa das Nações Unidas e a Organização Mundial de Saúde (OMS) apresentam seis principais pontos para abordagem:

1. O desflorestamento compromete os níveis dos aquíferos, impacta as bacias hidrográficas, ameaça as fontes de água e intensifica os efeitos de alagamentos e secas.

2. O desflorestamento afeta a produção e a disponibilidade de alimentos.

3. Mudanças quanto ao uso da terra, assim como o desflorestamento, causam um desequilíbrio na ecologia e podem favorecer o surgimento de insetos, que funcionam como vetores de doenças, como a malária. Enfrentar esses desafios pode exigir acompanhamento das comunidades, pelo profissionais de saúde pública.

4. O desflorestamento resulta em degradação das terras e na erosão do solo, o que gera, como consequência, inundações, assoreamento e desertificação.

5. O desflorestamento, indiretamente, pode causar doenças respiratórias, em razão da poluição, do uso de madeiras como combustível, assim como pelas queimadas de florestas para uso da terra.

6. O desflorestamento afeta a mudança climática.

Figura 3 - Desmatamento - Desflorestamento
Fonte: Dmytro Loboda / 123RF.

Biodiversidade

É necessário o funcionamento dos ecossistemas, sem o risco de disrupção, para prover ar, água, medicamentos e alimentos. O comprometimento da produtividade dos ecossistemas aumenta a vulnerabilidade às doenças, compromete a produção de alimentos e a resiliência das comunidades em adaptar-se a eventos extremos.

Quatro pontos de recuperação são identificados pelo PNUMA, em relação à biodiversidade e saúde:

1. Um dos sistemas prestados pelos ecossistemas é a purificação da água, cuja relação com a conservação da biodiversidade e a gestão de bacias hidrográficas pode ser fundamental para prover a água com qualidade e quantidades apropriadas.

2. A fonte primordial de recursos da humanidade é a biodiversidade. Historicamente, a biodiversidade permitiu, aos seres humanos, descobrir, testar e adaptar-se aos ambientes, utilizando recursos locais e aprendendo como se relacionar com as condições locais.

3. A biodiversidade é fonte de diversos medicamentos, e a ausência gera impacto na disponibilidade de princípios ativos importantes para produção desses remédios.

4. A biodiversidade reduz a vulnerabilidade das comunidades. Um exemplo claro são os assentamentos no Brasil, localizados em áreas desmatadas indevidamente, que sofrem com inundações (Figura 4).

Figura 4 - Inundação
Fonte: kasto / 123RF.

Degradação da Terra e Desertificação

A capacidade das populações de produzir seu próprio sustento pode ser impactada pela degradação da terra. Também aumenta o número de casos novos de doenças relacionadas à qualidade da água e do ar, o que implica devastadoras consequências, principalmente com relação aos assentamentos, que são:

1. comprometimento da produtividade do solo, que impacta a produção de alimentos, assim como a nutrição. Como exemplos das ações que o gestor deve estimular, de forma que se reduza o risco de doenças, tem-se a gestão das terras, a recuperação de terras degradadas, a restauração da produtividade e o sequestro de carbono;

2. poluição e a escassez de água e a ausência de sistemas de gestão sanitária. A gestão de águas é importante e necessária nas localidades em que há escassez, de forma que possa evitar ameaças extremas às populações;

3. doenças do trato respiratório, a degradação da terra e a desertificação, em razão do aumento da quantidade de partículas em suspensão, que causam infecções nos olhos, na pele e nos pulmões;

4. grandes custos sociais, pois exige o deslocamento involuntário de milhares de pessoas.

Água

Sabemos que a água é fundamental para qualquer e toda atividade humana.

Destacam-se quatro pontos principais que exigem atenção da saúde pública:

1. a água contaminada pode causar doenças que podem levar à morte;

2. tratar a água e estocá-la em locais limpos ajuda a manter a qualidade, e reduz as mortes de crianças;

3. a água disponível em casa libera tempo para as famílias procurarem alternativas econômicas para viver, educar-se e para trabalhar.

4. Em 20 anos, aproximadamente, estima-se que quase metade da população mundial viverá em áreas sujeitas a estresse hídrico.

Saneamento

O saneamento básico auxilia o destino adequado de dejetos humanos. Destinar adequadamente águas residuais é crucial para manter a saúde e proteger os recursos naturais.

Cólera e diarreia são doenças fatais, e poderiam ser evitadas caso houvesse melhor e mais investimento em saneamento ambiental, assim como destinação adequada de dejetos e resíduos.

SAIBA MAIS

Indicamos a leitura do artigo “Desafios do planejamento municipal de saneamento básico em municípios de pequeno porte: a percepção dos gestores”, que identifica os principais fatores que dificultam esse processo de planejamento em nível municipal, sobretudo em municípios de menor porte, e os aspectos que motivam a elaboração do plano. Segue o link para a leitura: <https://bit.ly/2IVy9xl>. Acesso em: 18 jun. 2019.

Higiene

Boas práticas de higiene assim como o acesso ao saneamento ambiental devem ser repassados adequadamente à sociedade, o que pode ser feito por meio de programas sociais. Crenças e mudanças de hábitos relacionados à higiene precisam ser foco de campanhas de educação. Por exemplo, o hábito de lavar as mãos com sabão e água antes de preparar alimentos ou de serem consumidos, depois de ir ao banheiro e antes de alimentar crianças são formas de educação específica. A comida pronta deve ser estocada em locais apropriados.

Resíduos Perigosos

Utilizar grandes quantidades de produtos químicos no dia a dia e residir próximo a locais de descarte de resíduos, assim como destinar inadequadamente resíduos tóxicos pode causar graves danos à saúde, ou até envenenamentos, por meio da respiração, pele e boca. Algumas iniciativas para redução dos riscos podem e devem ser tomadas, como a elaboração de planos adequados para a gestão de lixo e demais resíduos perigosos; ações de educação que possam ajudar na identificação de riscos de exposição aos resíduos mais perigosos; a disponibilização de informações a respeito de locais que possuem potencial de contaminação.

Poluição do ar

A poluição das cidades é um sério problema mundial na atualidade, principalmente a originada por fumaça em locais fechados. É grande o fator de risco para desenvolver doenças como a pneumonia. A utilização de combustíveis sólidos, como a madeira ou carvão, especialmente em locais fechados, pode expor as pessoas à fumaça e aos possíveis agentes de irritação. Já para o caso da poluição oriunda de combustíveis sólidos, devem ser eficientes as ações de mudança de fonte de energia, para alguma menos nociva e mais limpa.

A poluição está presente também em locais abertos, oriunda de veículos e de indústrias. Investir em transporte de massa é uma das muitas medidas para enfrentar esse tipo de poluição. Destaca-se a redução das emissões por grandes veículos, assim como o uso de combustíveis mais limpos. Compostos como o ozônio estão relacionados com diversas doenças respiratórias.

A queima de florestas também representa um aumento do risco de desenvolvimento de doenças respiratórias.

Ozônio

Os raios ultravioletas são nocivos à saúde. O ozônio atmosférico auxilia a vida na Terra, protegendo-a com o bloqueio da entrada desses raios. Foi proibido o consumo de produtos que pudessem alterar e destruir a camada de ozônio, mas ainda persiste o passivo ambiental dos produtos.

Ambiente, Saúde e Segurança

Caro(a) estudante, este tópico abordará a saúde e segurança no ambiente do trabalho, e as condições que levam à redução dos riscos e ao aumento da produtividade dos colaboradores.

Uma avaliação adequada e integrada de aspectos ambientais no trabalho pode ser uma forma de reduzir os riscos a que os colaboradores de uma empresa estão sujeitos. Alguns passos devem ser seguidos, para gerir adequadamente um sistema desse porte: identificar os impactos relacionados ao local, às tarefas desenvolvidas pelos trabalhadores, assim como ao produto e ao planejamento das atividades que potencialmente estiverem sujeitas a risco; treinar profissionais que possam analisar e gerenciar os impactos e os riscos ambientais; quantificar os riscos da gestão do ambiente, da saúde e segurança no local de trabalho; priorizar estratégias de gerenciamento de riscos, reduzindo as ameaças à saúde humana.

Melhoria do Desempenho Ambiental e de Saúde e Segurança no Trabalho com o Monitoramento Efetivo da Gestão de Saúde e Segurança

Não há gestão ambiental efetiva sem o monitoramento de dados sobre o consumo de material e da geração e destinação adequada de resíduos produzidos nos processos produtivos.

Com base na informação levantada acerca dos aspectos relevantes da gestão de resíduos, é possível elaborar planos de gestão com a premissa da melhoria constante do desempenho ambiental da instituição gerida.

SAIBA MAIS

Exemplos de como a variabilidade climática produz impactos na saúde humana no Brasil são discutidos, especialmente, com base em aspectos epidemiológicos das regiões Norte (Amazônia) e Nordeste. Leia mais sobre o tema no artigo sugerido, disponível no link: <https://bit.ly/2FmbNV4>. Acesso em: 18 jun. 2019.

QUESTÃO OBJETIVA

Segundo o Programa Nacional das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNDU), algumas iniciativas são necessárias para enfrentar as doenças causadas pela disposição inadequada de dejetos. Assinale a alternativa correta:

Educação em saúde é extremamente importante. A educação sanitária deve começar nas faculdades.

A educação sanitária deve se iniciar na escola, e as crianças sejam indutoras de mudanças de comportamento.

Os dejetos não devem ser eliminados de forma segura, de forma a reduzir o risco de contato com os indivíduos.

Os dejetos devem ser destinados adequadamente, de forma segura, a fim de reduzir o risco de contato com os indivíduos. O uso de sanitários promove a redução do risco de contato e transmissão de organismos patogênicos.

A frequência de inundações pode resultar em maior risco de vazamentos em estações de tratamento.

As inundações causadas por mudanças climáticas resultam em maior risco de vazamentos de estações de tratamento. Deve haver um planejamento da infraestrutura necessária para enfrentar esse problema, pensando nos riscos futuros relacionados às mudanças climáticas.

As políticas públicas de saneamento devem proporcionar a educação das comunidades no planejamento e construção de locais destinados a não promover o saneamento ambiental.

A promoção da educação das comunidades deve ser feita pelas políticas públicas de saneamento, além de planejar a construção de locais destinados a não promover o saneamento ambiental.

Diversas são as formas de contaminação da água, dentre elas, a disposição adequada de dejetos.

A contaminação da água, muitas vezes, é decorrente da disposição inadequada de dejetos, o que pode propagar doenças. Para reduzir a incidência desses riscos, seria interessante a disponibilização de sistemas de saneamento, tratamento de água e educação sanitária.

QUESTÃO OBJETIVA

É necessário o funcionamento dos ecossistemas sem o risco de disrupção, para prover ar, água, medicamentos e alimentos. Quatro pontos de recuperação são identificados pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, em relação à biodiversidade e à saúde. Sobre a biodiversidade, assinale a alternativa correta:

A biodiversidade aumenta a vulnerabilidade das comunidades.

A biodiversidade reduz a vulnerabilidade das comunidades. Um exemplo claro são os assentamentos, localizados em áreas desmatadas indevidamente, que sofrem com inundações.

A biodiversidade não é fonte de diversos medicamentos utilizados pelas sociedades humanas.

A biodiversidade é fonte de diversos medicamentos. A sua perda gera impacto na disponibilidade de princípios ativos importantes para produção desses remédios.

A purificação da água não faz parte dos sistemas prestados pelos ecossistemas.

Um dos sistemas prestados pelos ecossistemas é a purificação da água. A relação com a conservação da biodiversidade e a gestão de bacias hidrográficas pode ser fundamental para prover água de qualidade e em quantidades apropriadas.

A fonte primordial de recursos da humanidade é a biodiversidade.

Historicamente, a biodiversidade permitiu, aos seres humanos, descobrir, testar e adaptar-se aos ambientes, utilizando recursos locais e aprendendo a se relacionar com as condições locais.

Biodiversidade é o conjunto de algumas espécies de seres vivos existentes na biosfera.

Biodiversidade é o conjunto de todas as espécies de seres vivos existentes na biosfera. Pode ser definida, também, como a variabilidade entre os seres vivos de todas as origens

Fechamento

Na Epidemiologia Ambiental, há algumas características especiais do meio ambiente, que podem interferir no estilo de vida e saúde da população: os riscos físicos, químicos, biológicos, mecânicos, ergonômicos e psicossociais. A definição dos problemas ambientais, bem como as ações de saúde que devem ser desenvolvidas para identificação, prevenção e controle devem contemplar os critérios de prioridades especiais do local onde está inserida a instituição responsável.

Nesta aula, você teve a oportunidade de:

  • conceituar meio ambiente;
  • entender a importância da conservação do meio ambiente para a saúde humana;
  • identificar o papel da Epidemiologia na Saúde Ambiental.

Vídeo

Para complementar o seu aprendizado, assista o vídeo a seguir:

Aula Concluída!

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